Nações Unidas apelaram ao governo para seguir em frente com as reformas da justiça, eleitoral, económica e agrária, ressaltando a sua disponibilidade para ajudar o país nos desafios que permanecem para implementar as suas recomendações

Nações Unidas apelaram ao governo para seguir em frente com as reformas da justiça, eleitoral, económica e agrária, ressaltando a sua disponibilidade para ajudar o país nos desafios que permanecem para implementar as suas recomendações
O Cambodja já percorreu um longo caminho, mas ainda há algum caminho a percorrer na promoção e proteção dos direitos humanos, no reforço da boa governação, no reforço da independência e na capacidade das instituições do Estado, responsáveis pela defesa dos direitos das pessoas, enumerou o relator especial sobre a situação dos direitos humanos no Cambodja, Surya Subedi, no final da sua nona missão de inquérito ao país. Surya Subedi observou que o desenvolvimento de reformas judiciárias continua muito lento, mas foi encorajado pelo facto de que as suas recomendações para fortalecer o papel do Parlamento em matéria de proteção de direitos humanos parecem estar a ser consideradas ativamente pela assembleia Nacional e pelo Senado. Sobre a reforma agrária, Subedi apontou que duas das suas recomendações – uma moratória sobre concessões de terras económicas e a definição de propriedade das terras ser mais rápida – estavam a avançar.