O mundo despertou para as condições laborais no país asiático, depois da tragédia com o colapso de um prédio que arrastou para a morte centenas de pessoas, muitas delas trabalhadoras em empresas têxteis que produziam roupa de marcas ocidentais
O mundo despertou para as condições laborais no país asiático, depois da tragédia com o colapso de um prédio que arrastou para a morte centenas de pessoas, muitas delas trabalhadoras em empresas têxteis que produziam roupa de marcas ocidentais a tragédia de 24 de abril, nos arredores de Daca, regista 1124 mortos como balanço oficial final. Houve 2438 pessoas que foram resgatadas com vida, a última das quais já 17 dias depois da tragédia. agora, o tempo é de consciencializar as empresas ocidentais que utilizam a mão de obra de trabalhadores do Bangladesh.
Mais de um milhão de pessoas já tinham subscrito, esta quarta-feira de madrugada, uma petição a pressionar empresas como a GaP a seguirem o caminho da H&M, que assinou um acordo de segurança no Bangladesh. a petição online, promovida pela avaaz.org, uma organização de direitos humanos na internet, pede mais 24 horas para que também a GaP assine o compromisso laboral.
a campanha da organização não governamental recorda que esta quarta-feira a empresa americana realizará sua reunião anual de acionistas. Vamos garantir que o CEO [administrador executivo da GaP] sabe que os seus clientes por todo o mundo procuram roupas que são produzidas em condições de segurança, escreve a avaaz.org.