Negociações entre governo e guerrilheiros decorrem há quase seis meses, em Cuba, mas continuam paradas no primeiro ponto da agenda: a reforma agrária. Só depois de um acordo nesta matéria se poderá avançar
Negociações entre governo e guerrilheiros decorrem há quase seis meses, em Cuba, mas continuam paradas no primeiro ponto da agenda: a reforma agrária. Só depois de um acordo nesta matéria se poderá avançar O ritmo que tem seguido até agora o histórico processo de paz entre o governo colombiano e a guerrilha é insuficiente, segundo o chefe da equipa de negociadores estatais, Humberto de la Calle, que destacou a urgência de se chegar a um acordo em prazos mais curtos. O processo de negociação cumpre seis meses a 19 de maio. as partes envolvidas estão prestes a voltar a Cuba para a nona ronda de negociações, que continuam paralisadas no primeiro ponto da agenda. Segundo a agência Misna, a reforma agrária é, de facto, a reivindicação básica que levou ao nascimento e ao recurso às armas das Forças armadas Revolucionárias da Colômbia (FaRC), há 50 anos. Representantes da guerrilha deram a entender que estaria próximo um acordo sobre este item, mas não há certezas em relação a este possível avanço. Só depois de se chegar a um entendimento nessa matéria se poderá começar a negociar o segundo ponto, que trata das garantias para que os elementos das FaRC possam participar na vida política.