a libertação dos dois bispos ortodoxos sequestrados na Síria, noticiada por várias agências internacionais, está envolta em contradições. a diocese de aleppo diz não ter informações do paradeiro dos prelados e o Papa voltou a pedir que sejam libertados
a libertação dos dois bispos ortodoxos sequestrados na Síria, noticiada por várias agências internacionais, está envolta em contradições. a diocese de aleppo diz não ter informações do paradeiro dos prelados e o Papa voltou a pedir que sejam libertados a diocese das igrejas ortodoxas síria e grega de aleppo, no norte da Síria, informou esta quarta-feira, 24 de abril, que continua sem notícias dos dois bispos sequestrados, depois de várias agências internacionais terem noticiado ontem que os prelados haviam sido libertados. Não temos nenhum contato com monsenhor Gregorios Ibrahim, bispo sirío ortodoxo de aleppo, e com o monsenhor Paul Yazigi, bispo ortodoxo grego da mesma cidade, afirmou o padre Ghasan Ward, à agência France Presse. Fonte do governo da Grécia também disse não acreditar na libertação e o Papa Francisco voltou a pedir aos sequestradores que libertem os prelados, durante a audiência pública semanal, na Praça de São Pedro, em Roma. O rapto dos metropolitas greco-ortodoxo e siro-ortodoxo de aleppo, sobre cuja libertação há notícias contraditórias, é mais um sinal da trágica situação que está a atravessar a querida nação síria, onde a violência e a as armas continuam a semear morte e sofrimento, referiu o Sumo Pontífice. Os dois religiosos foram sequestrados na segunda-feira, 22 de abril, em Kafr Dael, perto de aleppo, durante uma operação humanitária. De acordo com a agência Zenit, os bispos estavam preparados para resgatar os dois padres sequestrados em fevereiro e já teriam mesmo chegado a acordo com os sequestradores, mas alguma coisa correu mal e ficaram também eles sequestrados.