a Comunidade Económica dos países da África Central vai enviar mais militares para reforçar a segurança na República Centro-africana. Os soldados têm como missão ajudar a evitar os confrontos e prevenir os saques à população
a Comunidade Económica dos países da África Central vai enviar mais militares para reforçar a segurança na República Centro-africana. Os soldados têm como missão ajudar a evitar os confrontos e prevenir os saques à população O contingente militar de estabilização destacado para a República Centro-africana vai ser reforçado com mais dois mil efetivos, por decisão dos líderes dos países que integram a Comunidade Econômica dos Países da África Central (CEEaC), e que estiveram reunidos na capital do Chade, informa a agência Fides. Os soldados estão incumbidos de assegurar a segurança da população e evitar os assaltos às habitações, que agravam as já difíceis condições de vida em todo o país. Os membros da CEEaC insistiram ainda que o novo Chefe de Estado, o líder da coligação rebelde Séléka, Michel Djotodia, o primeiro-ministro Nicolas Tiangaye e os membros do governo e do Conselho Nacional de Transição não poderão apresentar-se a sufrágio nas eleições previstas para o final do período de transição, que foi estipulado em 18 meses.