as forças da oposição a Bashar al-assad pediram aos Estados Unidos da américa que os apoiassem lançando ataques com aviões não tripulados contra alvos militares do governo. O pedido foi recusado

as forças da oposição a Bashar al-assad pediram aos Estados Unidos da américa que os apoiassem lançando ataques com aviões não tripulados contra alvos militares do governo. O pedido foi recusado
Era o apoio mais desejado, mas não obteve aprovação dos países que integram o grupo amigos da Síria. a oposição ao regime de Bashar al-assad queria contar com o apoio de aviões não tripulados, os famosos drones, só que ainda não foi desta que os países aliados’ aceitaram dar este tipo de auxílio. No final da reunião, realizada este fim de semana em Istambul, na Turquia, a única garantia dada pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, é que os rebeldes irão receber 190 milhões de euros e ajuda militar, que exclui o envio de armas letais. Como há alguns países que defendem o envio de armamento aos rebeldes, como a França e a Grã-Bretanha, a União Europeia deve discutir o abrandamento do embargo da venda de armas à Síria nas próximas semanas. É uma discussão que temos que ter nas próximas seis semanas. Nós e a França dissemos que haverá uma forte defesa à suspensão do embargo, ou formas de alterá-lo, revelou o representante da Grã-Bretanha, William Hague. Entretanto, o alto Comissariado para Refugiados das Nações Unidas (aCNUR) veio reforçar o alerta que até o final do ano mais da metade da população síria precisará de ajuda internacional – quase 10 milhões de pessoas. atualmente 6,8 milhões já se encontram em situação de emergência. Segundo o alto comissário, antónio Guterres, todos os dias fogem mais de oito mil pessoas do país, prevendo-se que o número de refugiados chegue a 3,5 milhões até dezembro.