O enviado das Nações Unidas para a África Ocidental reuniu-se com partes interessadas em Guiné-Conacri, para se explorar a retoma de um diálogo político inclusivo na preparação e condução pacífica das próximas eleições legislativas no país
O enviado das Nações Unidas para a África Ocidental reuniu-se com partes interessadas em Guiné-Conacri, para se explorar a retoma de um diálogo político inclusivo na preparação e condução pacífica das próximas eleições legislativas no país Said Djinnit, representante especial da ONU para a África Ocidental, deixou este pedido aos que planeiam participar em manifestações na Guiné-Conacri, durante estes dias, para garantir que todos os protestos decorrem de forma pacífica e de acordo com a lei. E sublinhou o apelo a todas as partes no país para agirem com moderação. Em março, protestos relacionados com as eleições provocaram várias mortes e centenas de feridos, neste país da costa ocidental africana. Nesse período de violência, o secretário-geral Ban Ki-moon e o gabinete de direitos humanos da ONU pediram calma e solicitaram aos atores políticos na Guiné-Conacri para prosseguirem o diálogo que criasse condições para eleições pacíficas. Djinnit, que dirige o gabinete das Nações Unidas para a África Ocidental (UNOWa), com base em Dacar, capital do Senegal, passou os últimos três dias em Conacri, onde foi apoiado por uma equipa de especialistas da ONU. E já se disse disposto a regressar ao país no início da próxima semana para continuar as suas consultas.