a jornalista etíope Reeyot alemu, detida desde 2011, venceu o prémio Unesco-Guillermo Cano. O galardão distingue o trabalho de quem tenha contribuí­do para a defesa ou promoção da liberdade de expressão
a jornalista etíope Reeyot alemu, detida desde 2011, venceu o prémio Unesco-Guillermo Cano. O galardão distingue o trabalho de quem tenha contribuí­do para a defesa ou promoção da liberdade de expressão Reeyot alemu, uma jornalista etíope que cumpre uma pena de cinco anos de prisão, venceu o prémio Unesco-Guillermo Cano, em reconhecimento pela sua excecional coragem, resistência e empenho na liberdade de expressão. O júri assinalou a contribuição de Reeyot alemu em várias publicações independentes, através de textos críticos sobre temas políticos e sociais, com foco particularnas raízes da pobreza e igualdade de género, informou a Unesco.
Em 2010, Reeyot alemu criou uma editora e uma revista chamada Change, que foram compulsivamente encerradas. Em junho do ano seguinte, foi detida na escola onde dava aulas de inglês, acusada de terrorismo, e atualmente está a cumprir pena na prisão de Kality, na Etiópia. Criado em 1997, o prémio Unesco-Guillermo Cano é atribuído todos os anos, a 3 de maio, Dia Internacional da Liberdade de Imprensa.
O galardão distingue o trabalho de alguém ou de uma organização que tenha contribuído para a defesa ou promoção da liberdade de expressão em qualquer parte do planeta. Os candidatos são propostos pelos estados membros da Unesco e por organizações regionais ou internacionais ativas no jornalismo e na liberdade de expressão. Os premiados são selecionados por um júri nomeado pelo diretor-geral da Unesco.