as pessoas que habitam as Ilhas Salomão, no oceano Pacífico, adoecem devido à falta de água potável no país. as carências favorecem também a violência contra mulheres, que percorrem longas distâncias sozinhas à procura de um rio
as pessoas que habitam as Ilhas Salomão, no oceano Pacífico, adoecem devido à falta de água potável no país. as carências favorecem também a violência contra mulheres, que percorrem longas distâncias sozinhas à procura de um rioNas Ilhas Salomão regista-se um dos mais altos índices de urbanização da região, mas as infraestruturas dos serviços básicos são insuficientes para o fluxo de pessoas que migram das províncias para Honiara, a capital do país. Devido à falta de água potável e de serviços de saúde, 35 por cento dos habitantes da cidade enfrentam graves consequências na saúde. Todos os dias, as famílias de Honiara procuram água potável para cozinhar, beber e tomar banho, indica a agência Fides. Nas aldeias, 92 por cento das famílias não dispõem de abastecimentos, e nas favelas não existe água potável. Tais carências desencadeiam casos de cólera. O relatório de 2011 da amnistia Internacional refere que a falta de água e de estruturas de saúde favorece também a violência contra mulheres, que percorrem diariamente, sozinhas, longas distâncias para recolher água ou tomar banho nos rios.