assembleia Geral da ONU discutiu o papel da justiça penal internacional na reconciliação. é vital que não só se olhe para trás para as atrocidades do passado, como se traga antigos inimigos para construí­rem juntos um melhor amanhã, mais inclusivo
assembleia Geral da ONU discutiu o papel da justiça penal internacional na reconciliação. é vital que não só se olhe para trás para as atrocidades do passado, como se traga antigos inimigos para construí­rem juntos um melhor amanhã, mais inclusivo Trata-se do primeiro debate realizado pela assembleia Geral das Nações Unidas sobre o papel do sistema de justiça penal internacional depois dos conflitos, no processo de reconciliação. a questão fundamental é perceber como é que a justiça penal internacional pode ajudar a reconciliar antigos adversários no pós-conflito, na transição das sociedades, interpelou o presidente da assembleia, o sérvio Vuk Jeremic, na abertura da sessão. ao longo das últimas duas décadas, vários tribunais penais internacionais foram criados, tanto sob o patrocínio das Nações Unidas como em cooperação com a ONU, para julgar crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos em países tão diversos como a antiga Jugoslávia, o Ruanda, a Serra Leoa ou o Camboja. Estes incluem o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia (TPIJ), o Tribunal Penal Internacional para o Ruanda (TPIR), o Tribunal Especial para a Serra Leoa, as Varas Extraordinárias dos Tribunais do Camboja, o Tribunal Especial para o Líbano e o Tribunal Penal Internacional Tribunal de Justiça (ICC), que não é específico de um país.