Regime de Bashar al-assad não aceita a missão da equipa de inspetores das Nações Unidas proposta pelo secretário-geral, para investigar o eventual uso de armas quí­micas no conflito. alega que Ban Ki-moon cedeu a pressões

Regime de Bashar al-assad não aceita a missão da equipa de inspetores das Nações Unidas proposta pelo secretário-geral, para investigar o eventual uso de armas quí­micas no conflito. alega que Ban Ki-moon cedeu a pressões
No mesmo dia em que morreram mais 15 pessoas e cerca de 50 ficaram feridas, num atentado à bomba no centro de Damasco, a Síria rejeitou a missão de uma equipa das Nações Unidas sugerida pelo secretário-geral da organização, Ban Ki-moon. O objetivo dos inspetores da ONU era averiguar a possível utilização de armas químicas num confronto que já dura há mais de dois anos. O secretário-geral sugeriu uma missão suplementar que permitiria o envio de uma equipe de inspetores em todo o território sírio, que é contrário ao pedido feito pela Síria às Nações Unidas, afirmou uma fonte do ministério das Relações Exteriores, citado pela agência oficial Sana, acusando Ban Ki-moon de ter cedido às pressões dos Estados conhecidos pelo seu apoio ao derramamento de sangue na Síria. Segundo o porta-voz do regime de assad, a Síria não pode aceitar semelhantes manobras por parte do secretariado-geral da ONU, levando em conta o papel negativo que desempenhou no Iraque e que abriu o caminho para a invasão americana em 2003. Os últimos dados das Nações Unidas indicam que desde o início dos conflitos, em março de 2011, morreram mais de 70 mil pessoas e cerca de quatro milhões estão deslocadas.