a amnistia Internacional está a promover um apelo global dirigido à comissão europeia, o orgão executivo da União Europeia, para que esta atue de forma a pôr termo à discriminação e racismo contra a comunidade cigana
a amnistia Internacional está a promover um apelo global dirigido à comissão europeia, o orgão executivo da União Europeia, para que esta atue de forma a pôr termo à discriminação e racismo contra a comunidade ciganaO Dia Internacional das Comunidades Ciganas é assinalado esta segunda-feira, 8 de abril. Para recordar a data, a amnistia Internacional (aI) lançou uma petição na qual apela à igualdade e direitos humanos para as comunidades ciganas. Os seis milhões de pessoas das comunidades ciganas que vivem na União Europeia são a maior e uma das mais discriminadas minorias da Europa. Todos os anos, milhares de pessoas das comunidades ciganas são discriminadas, alerta a aI no documento.
Os estados-membros da União Europeia (UE) falham na implementação de leis anti discriminatórias, adotando políticas que discriminam as comunidades ciganas ou permitindo que práticas discriminatórias se mantenham, refere a organização em comunicado, acrescentando que a comissão europeia tem a responsabilidade, a obrigação e os meios para assegurar o cumprimento da lei e combater a discriminação e violência que as comunidades ciganas enfrentam.
Dirigida ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e à Comissária Europeia de Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, Viviane Reding, a carta será envida depois de assinada. através desta iniciativa, a amnistia Internacional pretende que os estados-membros garantam e cumpram a a legislação anti discriminação e as normas de direitos humanos.