Dois milhões de crianças neste país estão sem serviços sociais básicos e estão expostas à violência depois do golpe de Estado da coligação rebelde Séléka. a UNICEF chamou a atenção para a insegurança e saques, que deixam mais menores em risco
Dois milhões de crianças neste país estão sem serviços sociais básicos e estão expostas à violência depois do golpe de Estado da coligação rebelde Séléka. a UNICEF chamou a atenção para a insegurança e saques, que deixam mais menores em risco Mais crianças estarão em risco se o país não estabilizar rapidamente, advertiu a UNICEF. as crianças na República Centro-africana são das mais vulneráveis em África, mesmo antes da mais recente onda de confrontos, sublinhou Manuel Fontaine, diretor regional da UNICEF. É imperativo que haja acesso total e seguro às comunidades afetadas pelo conflito. a cada dia perdido, cada entrega frustrada e cada oferta roubada, mais crianças podem morrer, apontou Fontaine. O Séléka invadiu a capital Bangui, a 24 de março, forçando o Presidente François Bozizé a refugiar-se nos Camarões. Os acontecimentos foram condenados tanto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, como pelo Conselho de Segurança, que apelou a todas as partes no país para protegerem os civis.