a crise na República Centro-africano, que levou à tomada do poder pela coligação rebelde Séléka, agravou a já difícil situação humanitária do país. as Nações Unidas advertem para o facto de dezenas de milhares de pessoas poderem passar fome
a crise na República Centro-africano, que levou à tomada do poder pela coligação rebelde Séléka, agravou a já difícil situação humanitária do país. as Nações Unidas advertem para o facto de dezenas de milhares de pessoas poderem passar fomeSe a segurança em toda a República Centro-africano não for restaurada rapidamente, dezenas de milhares de pessoas ficam ameaçadas pela fome. a proteção dos civis é de extrema importância, disse o coordenador humanitário da ONU, Zakaria Maiga. Peço a todas as partes para garantirem segurança ao povo de Bangui [a capital] e por todo o país, e de se absterem de uma nova escalada de violência, respeitando o direito internacional humanitário e os direitos humanos. O movimento do Séléka invadiu a capital Bangui, a 24 de março, forçando o Presidente François Bozizé a refugiar-se nos Camarões. Os desenvolvimentos foram condenados tanto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, como pelo Conselho de Segurança, que apelaram a todas as partes no país a protegerem os civis.