Para que a consideração pelos direitos étnicos e religiosos das minorias que vivem em Mianmar faça parte da agenda das reformas do país, várias organizações não governamentais estão a pedir o apoio da comunidade internacional
Para que a consideração pelos direitos étnicos e religiosos das minorias que vivem em Mianmar faça parte da agenda das reformas do país, várias organizações não governamentais estão a pedir o apoio da comunidade internacionalUm grupo de organizações não governamentais, onde está incluída a Human Rights Watch, Christian Solidarity Worldwide, Chin Human Rights Organization (CHRO), e Kachin Women association Thailand, lançaram um forte apelo pelo respeito dos direitos étnicos e religiosos das minorias que vivem em Mianmar. as ONG pedem à comunidade internacional, de modo especial aos Estados Unidos da américa, e à União Europeia, que façam pressão para que tais assuntos sejam inseridos na agenda das reformas do país asiático. Garantir a igualdade de direitos para as minorias étnicas e religiosas é um passo fundamental no caminho para a democracia, a liberdade e a paz duradoura, refere o documento subscrito pelas ONG. Num comunicado enviado à agência Fides, Salai Za Uk Ling, ativista da organização CHRO, informa que as crianças e jovens cristãos da etnia chin são obrigados a converter-se ao budismo nas chamadas ‘escolas de desenvolvimento para a formação de jovens’, administradas por militares. a discriminação com base religiosa e étnica é profundamente radicada e institucionalizada. as reformas devem eliminar estruturas que praticam a assimilação forçada de minorias étnicas e religiosas, refere.