a notícia está a circular em vários órgãos de comunicação e a suscitar acesos debates no país. Para fazer face à crise, o governo do Cairo pode vir a concessionar algumas das principais atrações turí­sticas
a notícia está a circular em vários órgãos de comunicação e a suscitar acesos debates no país. Para fazer face à crise, o governo do Cairo pode vir a concessionar algumas das principais atrações turí­sticas as mais faladas são as famosas pirâmides de Gizé, mas no lote de monumentos a concessionar pelo governo do Egito estão outras atrações turísticas. Para fazer face à grave crise económica, o executivo de Mohamed Mursi pondera alugar’ algum do seu património e já há candidatos interessados no negócio. Segundo a emissora al arabiya, o Qatar foi um dos primeiros a manifestar a vontade de administrar os imóveis. a ideia, confirmada pelo secretário-geral do Conselho Supremo das antiguidades, abdel Sattar, visa atribuir a concessão dos principais monumentos egípcios a investidores internacionais.com esta medida, de acordo com várias fontes citadas pela agência Misna, estima-se que o governo possa encaixar uma verba próxima dos 200 mil milhões de dólares (mais de 150 mil milhões de euros). Por enquanto, o governo mantém-se em silêncio quanto a esta possibilidade. E há quem considere a notícia sem fundamento, lançada apenas para desacreditar o executivo de Mursi. a realidade é que o património arqueológico no Egito, que já mostrava sinais de desleixo antes da revolução, está a pagar um preço demasiado alto devido à crise económica.