Cerca de dois mil representantes de 150 governos, grupos indígenas, empresas e da sociedade civil reuniram-se numa conferência da ONU, em Banguecoque, Tailândia, para encontrar formas de parar a caça ilegal e o comércio ilegal de animais
Cerca de dois mil representantes de 150 governos, grupos indígenas, empresas e da sociedade civil reuniram-se numa conferência da ONU, em Banguecoque, Tailândia, para encontrar formas de parar a caça ilegal e o comércio ilegal de animais Com esta conferência da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES), os participantes pretendem analisar cerca de 70 propostas de alteração do atual sistema de comércio da vida selvagem, que está em vigor há 40 anos. O CITES é conhecido por tomar decisões significativas que têm um grande impacto no terreno, sublinhou o secretário-geral da Convenção, John E. Scanlon, acrescentando que este ano de 2013 será de grande importância para o futuro de muitas espécies de plantas e de animais. Com 176 Estados-Membros, a CITES é uma das ferramentas mais poderosas do mundo para a conservação da biodiversidade, para a regulação do comércio internacional de cerca de 35 mil espécies de plantas e animais, incluindo os seus produtos e derivados, garantindo a sua sobrevivência na selva, com benefícios para a subsistência de locais, pessoas e do meio ambiente global.