aproxima-se a cimeira dos oito países mais ricos e poderosos. Na agenda está a luta contra a pobreza. Tony Blair, primeiro-ministro britânico, receia que a crise no Zimbabué dificulte um possível acordo.
aproxima-se a cimeira dos oito países mais ricos e poderosos. Na agenda está a luta contra a pobreza. Tony Blair, primeiro-ministro britânico, receia que a crise no Zimbabué dificulte um possível acordo. a possibilidade de que Tony Blair consiga um forte compromisso dos G8 contra a pobreza em África pode ser limitada pela crise no Zimbabué. Os ministros britânicos temem que a decisão do governo de Mugabe de demolir os bairros ilegais, deixando 400 mil pessoas sem casa nem modo de ganhar a vida, pode fazer difícil convencer as nações mais ricas a aumentar o seu apoio à África.
apesar de que tanto Blair como George Bush vão criticar fortemente as acções do presidente Robert Mugabe durante as conferências de imprensa em Gleneagles, prevê-se a oposição da Rússia a que qualquer forte criticismo seja incluí­do na declaração final do G8.
Segundo a BBC, as esperanças dos políticos britânicos estão numa forte resolução do conselho de segurança das Nações Unidas (ONU). Isso pode acontecer com a entrega do relatório de anna Tibaijuka, especialmente enviada a Zimbabué para observar a situação.
O governo britânico confia num acordo para perdoar milhares de milhões de dólares das dívidas externas de países africanos. No entanto, Blair espera dificuldade em conseguir uma ajuda efectiva de 25 mil milhões de dólares por ano, como recomendou a comissão para a África que ele mesmo instituiu.
“Há o perigo de que algumas pessoas argumentem que a África tem que esforçar-se mais para pôr a própria casa em ordem. Há receio de que o Zimbabué seja uma mancha difícil de apagar durante a cimeira. Os tempos não são os mais favoráveis”, disse uma fonte britânica ao jornal The New Zealand Herald.

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