Novos dados apontam para menos meninas a serem submetidas nos dias de hoje à excisão, a mutilação genital feminina. as agências femininas das Nações Unidas convidaram os países a acelerarem os esforços para eliminar esta prática com risco de vida
Novos dados apontam para menos meninas a serem submetidas nos dias de hoje à excisão, a mutilação genital feminina. as agências femininas das Nações Unidas convidaram os países a acelerarem os esforços para eliminar esta prática com risco de vida Em 29 países da África e do Médio Oriente, onde se pratica mais a mutilação genital feminina/excisão (MGF/E), 36 por cento das raparigas entre os 15 e os 29 anos foram mutiladas, em comparação com uma estimativa que aponta para 53 por cento entre as mulheres dos 45 aos 49 anos. Estes são os mais recentes dados divulgados pelo Fundo das Nações Unidas da População (UNFPa), por ocasião do Dia Internacional de Tolerância Zero à mutilação genital feminina, que se comemorou quarta-feira, 6 de fevereiro. O declínio é particularmente acentuado em países como o Quénia, referem os mesmos dados, onde as mulheres têm três vezes mais probabilidade de ter sido excisadas do que as raparigas. Este progresso mostra que é possível acabar com a MGF/E, sublinhou o diretor executivo da UNICEF, anthony Lake. a MGF/E é profundamente errada. Podemos e devemos terminar [com esta prática] para ajudar milhões de meninas e mulheres a terem vidas mais saudáveis.