a assistência Médica Internacional conseguiu mais de três centenas de novos voluntários em 2012, e deu milhares de consultas médicas e de enfermagem, revelam dados da organização
a assistência Médica Internacional conseguiu mais de três centenas de novos voluntários em 2012, e deu milhares de consultas médicas e de enfermagem, revelam dados da organizaçãoNo último ano, a assistência Médica Internacional (aMI) conseguiu 326 novos voluntários internacionais, e enviou 32 expatriados para o terreno. Instalou 46 missões exploratórias e deu 1943 consultas médicas e de enfermagem em São Tomé e Príncipe, na Guiné-Bissau e no Brasil. Realizou 271 consultas de nutrição e 2396 avaliações nutricionais em clínicas móveis a crianças.
Promoveu 22 formações a 202 formandos em São Tomé e Príncipe e na Guiné-Bissau, e realizou 63 ações de sensibilização a 1670 pessoas em São Tomé, na Guiné-Bissau e no Brasil, revelam dados da organização. Estatísticas à parte, em 2012, a assistência Médica Internacional (aMI) prestou ajuda humanitária aos refugiados da Síria, e apoiou a população da Guiné-Bissau por duas ocasiões: uma após o golpe de estado que ocorreu em maio, e outra devido à epidemia de cólera.
O ano passado, esta organização não governamental (ONG) portuguesa, manteve as suas missões com equipas expatriadas na região sanitária de Bolama, na Guiné-Bissau, e no distrito do Caué, em São Tomé e Príncipe. Durante o mesmo período, a ONG financiou 30 projetos de 29 organizações locais em 15 países: afeganistão, angola, Bangladesh, Brasil, Burundi, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Haiti, Indonésia, Malásia, Moçambique, Ruanda, Senegal, Sri Lanka e Zimbabué.