Mohammad ali amouri, Sayed Jaber alboshoka, Sayed Mokhtar alboshoka, Hashem Shabain amouri e Hadi Rashidi foram condenados à morte por Teerão. Os ativistas da minoria árabe ahwazi estão acusados de propaganda, corrupção e «inimizade contra Deus»
Mohammad ali amouri, Sayed Jaber alboshoka, Sayed Mokhtar alboshoka, Hashem Shabain amouri e Hadi Rashidi foram condenados à morte por Teerão. Os ativistas da minoria árabe ahwazi estão acusados de propaganda, corrupção e «inimizade contra Deus»Um grupo de especialistas independentes das Nações Unidas pediu ao Irão que suspenda a execução de cinco ativistas pertencentes à minoria árabe ahwazi. Os homens foram condenados à morte sob a acusação de propaganda, corrupção e inimizade contra Deus. Mohammad ali amouri, Sayed Jaber alboshoka, Sayed Mokhtar alboshoka, Hashem Shabain amouri e Hadi Rashidi, assim se chamam os membros fundadores do Instituto Científico e Cultural al-Hiwar, que foram presos em suas casas, em ahwaz, já no ano de 2011, então a liderarem o sexto aniversário dos protestos da comunidade ahwazi. a suas sentenças foram confirmadas recentemente pelo Supremo Tribunal. É absolutamente inaceitável para os indivíduos serem presos e condenados à morte por exercerem os seus direitos à liberdade de reunião pacífica, de associação, de opinião e de expressão, e filiação em grupos minoritários e instituições culturais, sublinhou o relator especial sobre a situação dos direitos humanos no Irão, ahmed Shaheed. Segundo a lei internacional, a pena de morte só pode ser empregue quando condições muito estritas são atendidas, como, por exemplo, em relação aos crimes mais graves e só depois de um julgamento e de recursos que respeitem escrupulosamente todos os princípios devidos de um processo legal, observou por sua vez o relator especial sobre execuções extrajudiciais, sumárias ou arbitrárias, Christof Heyns. Este responsável manifestou sérias preocupações sobre a forma como estes julgamentos foram realizados.