Recorre neste domingo o 60º Dia Mundial de Luta contra a Lepra: uma oportunidade para conhecer os meandros dessa doença e contribuir para a sua erradicação
Recorre neste domingo o 60º Dia Mundial de Luta contra a Lepra: uma oportunidade para conhecer os meandros dessa doença e contribuir para a sua erradicaçãoNa sua mensagem para este Dia Mundial da Lepra, 27 de janeiro, o presidente do Pontifício Conselho da Pastoral para os agentes de Saúde, Zygmunt Zimowski declarou que esta data constitui, para todos os cristãos uma ocasião preciosa para relançar o empenho em favor dos leprosos e da sua inclusão social. Segundo os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde, cerca de 220 mil pessoas contraíram a lepra em 2011 e muitos desses novos casos foram diagnosticados quando a doença já estava em fase avançada. Diz o Editorial do jornal O amigo dos Leprosos que enquanto houver fome e miséria, a lepra não desaparece. Embora em Portugal o número de leprosos seja reduzido há muitas zonas do globo em que a doença constitui um problema de saúde pública. Segundo Zygmunt Zimowski, estes dados demonstram que, não obstante o trabalho de inúmeras organizações internacionais, ainda há muitas carências neste sector que necessitam de bons samaritanos que se dediquem à erradicação desta doença. O arcebispo recorda que em 2013 recorrem os 110 anos do nascimento Raoul Follereau, que dedicou toda a sua vida a sensibilizar os poderes públicos para a realidade desta doença. Ele e São Damião de Veuster, que gastou a sua vida na Ilha de Molokai no meio de uma comunidade de leprosos, são exemplos a seguir.