Este país africano continua a fazer progressos no reforço de uma governação estável e a recuperar de tempos de discórdia recorrente. as persistentes tensões políticas e a pobreza obrigam ainda a exigir o apoio da comunidade internacional ao processo
Este país africano continua a fazer progressos no reforço de uma governação estável e a recuperar de tempos de discórdia recorrente. as persistentes tensões políticas e a pobreza obrigam ainda a exigir o apoio da comunidade internacional ao processoLevantar um país da pobreza e curar as feridas da violência cíclica a longo prazo são desafios imensos, sublinhou esta semana o representante especial do secretário-geral para o Burundi, Parfait Onanga-anyanga, perante o Conselho de Segurança. Onanga-anyanga – que é também o responsável do gabinete da ONU no Burundi, conhecido pela sigla BNUN – alertou para o facto de, com eleições críticas no horizonte político burundês, ser necessário manter um compromisso político internacional para efetivamente resolver os dois anos de impasse entre Governo e partidos da oposição, depois de um boicote às eleições de 2010. O impasse político entre o governo e a oposição extra-parlamentar levou a relações radicalizadas, por vezes violentas, colocando uma tensão desnecessária e lamentável no espaço político, rematou o representante da ONU.