a amnistia Internacional lamenta que Barack Obama tenha ficado aquém, durante o discurso de posse como Presidente dos EUa, no apelo para que as crianças não sofram mais com a violência armada. a organização recorda as crianças Sírias e congolesas
a amnistia Internacional lamenta que Barack Obama tenha ficado aquém, durante o discurso de posse como Presidente dos EUa, no apelo para que as crianças não sofram mais com a violência armada. a organização recorda as crianças Sírias e congolesasOs Estados Unidos da américa não são o único país onde as crianças enfrentam uma epidemia de violência armada, assinala a amnistia Internacional, numa petição que exige que os menores sejam protegidos do tráfico de armas. Em países como o Mali, o Uganda e a República Democrática do Congo, dezenas de milhares de crianças estão a ser usadas como soldados, onde lutam e morrem em conflitos armados alimentados por um comércio de armas irresponsável e não regulamentado globalmente, lê-se na introdução à petição online. Durante o discurso de posse, na última segunda-feira, lamenta a amnistia Internacional (aI), o Presidente Obama referiu-se à viagem que não estará completa enquanto as crianças das ruas de Detroit às colinas de appalachia até às ruas pacatas de Newtown não estiverem seguras. Nota a aI que Obama poderia ter ampliado a sua declaração para incluir as crianças dos bairros devastados pela guerra de aleppo, na Síria, ou dos vales de Ituri, na República Democrática do Congo. Entende a organização que se proteger todas as crianças é o nosso destino comum, então não podemos deixar que a nossa preocupação se confine às fronteiras dos EUa.