a partir do caso de Hussain almerfedi, a amnistia Internacional lança uma petição, na qual apela à libertação ou acusação formal de todos os detidos do centro de detenção de Guantánamo, assim como o encerramento da prisão
a partir do caso de Hussain almerfedi, a amnistia Internacional lança uma petição, na qual apela à libertação ou acusação formal de todos os detidos do centro de detenção de Guantánamo, assim como o encerramento da prisãoHá nove anos preso no centro de detenção norte-americano de Guantánamo, em Cuba, Hussain almerfedi nunca foi formalmente acusado ou levado a julgamento. Em 2010, um tribunal federal dos Estados Unidos da américa (EUa) ordenou a sua libertação, considerando a detenção ilegal. No recurso, a decisão foi anulada e, até agora, o Supremo Tribunal norte-americano tem-se recusado a ouvir o caso, explica a amnistia Internacional (aI). Hussain almerfedi foi preso no Irão, em dezembro de 2001, pouco tempo depois dos ataques de 11 de setembro, e entregue às autoridades norte-americanas no afeganistão. Diz serem falsas as alegações de que terá ajudado possíveis terroristas a infiltrarem-se no afeganistão através do Irão. acrescenta que deixou o Iémen à procura de uma vida melhor na Europa, informa a aI.

Em janeiro de 2009, o presidente dos EUa, Barack Obama, garantiu que o centro de detenção de Guantánamo seria fechado, mas, atualmente 166 homens continuam presos. Para que todos os detidos na Baía de Guantánamo sejam imediatamente libertados ou formalmente julgados de acordo com os padrões internacionais, e para que o centro de detenção de Guantánamo seja encerrado, a amnistia Internacional lançou uma petição, que tem em vista o cumprimento destes objetivos.