a última onda de confrontos militares durante o fim de semana entre o exército maliano e grupos islamistas radicais provocaram mais uma vaga de deslocações levando a um agravamento da situação humanitária neste país do Norte de África
a última onda de confrontos militares durante o fim de semana entre o exército maliano e grupos islamistas radicais provocaram mais uma vaga de deslocações levando a um agravamento da situação humanitária neste país do Norte de ÁfricaO alerta partiu das Nações Unidas: mais de 30 mil pessoas fugiram de suas casas no fim de semana, coincidindo com a declaração de estado de emergência por parte do Governo e do início de uma operação aérea francesa de apoio ao exército do Mali, elevando o número de pessoas deslocadas internamente (PDI) para mais de 200 mil, segundo o gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de assuntos Humanitários (OCHa).

a degradação do saneamento, de condições de saúde, de abrigo e de segurança alimentar, que se tem observado ao longo dos últimos nove meses no Norte [do país] é suscetível de se agravar, à medida que cresce o número de deslocados internos, assinalou o porta-voz do OCHa, Jens Laerke.

O Norte do Mali foi ocupado por radicais islamistas, após o início de combates em janeiro de 2012, entre as forças governamentais e rebeldes tuaregues. O país conheceu depois um golpe militar em março.