a operação de retirada de fazendeiros e trabalhadores rurais da Terra indígena Marãiwatsédé está quase a terminar. Restam apenas cinco fazendas com gado, que aguardam a chegada de transportes para levar os animais
a operação de retirada de fazendeiros e trabalhadores rurais da Terra indígena Marãiwatsédé está quase a terminar. Restam apenas cinco fazendas com gado, que aguardam a chegada de transportes para levar os animaisO processo de desocupação da Terra Indígena de Marãiwatsédé, no Brasil, atingiu os 90 por cento na última semana. Segundo Nilton Tubino, coordenador da operação, quase todas as moradias já estão vazias. Nenhum comércio funciona no local. O hotel do distrito está fechado e só aguardamos a chegada de um camião para retirar a mobília, disse, citado pelo portal G1. Quanto às propriedades rurais, Nilton Tubino informou que as de grande e médio porte foram desocupadas. Restam apenas cinco propriedades de criação de gado que aguardam a chegada de meios de transporte para retirar os animais. Depois de todas as pessoas abandonarem o local, será montada uma operação para retirar os postes de iluminação pública, e a rede de distribuição de água. De acordo com a plataforma de notícias da Globo, no final da operação, a Fundação Nacional do Índio (FUNaI) deverá realizar uma cerimónia de entrega do território, de 165 mil hectares, para os índiosxavante. até o momento, osindígenas recebem a escolta e a proteção de uma equipa da Força Nacional de Segurança que está na aldeia. Segundo a FUNaI, o povo xavante ocupa a área Marãiwatsédé desde a década de 1960. Nesta época, a agropecuária Suiá Missu instalou-se na região. Em 1967, os índios foram transferidos para a Terra Indígena São Marcos, na região sul de Mato Grosso, e lá permaneceram por cerca de 40 anos.