Uma das condições impostas pela coligação revoltosa centro-africana para o avanço nas negociações de paz foi a renúncia do atual presidente. Os rebeldes acusam François Bozizé de ter violado os anteriores acordos
Uma das condições impostas pela coligação revoltosa centro-africana para o avanço nas negociações de paz foi a renúncia do atual presidente. Os rebeldes acusam François Bozizé de ter violado os anteriores acordos François Bozizé deve renunciar ao cargo de presidente da República Centro-africana porque não respeitou os acordos de paz e dever ser julgado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade. Este foi o pedido dos rebeldes centro-africanos na primeira ronda de negociações com o governo, em Libreville, no Gabão. a posição da coligação Seleka, difundida pela agência Misna, faz parte de um memorando distribuído aos elementos que participam nas conversações. No documento, Bozizé é acusado de ter violado os acordos de paz estabelecidos em 2008 com vários grupos armados, e de ser responsável por crimes de guerra, contra a humanidade. antes do início do encontro, porém, o presidente descartou a possibilidade de renunciar ao cargo, chamando aos rebeldes de terroristas mercenários. E o ministro de Relações Exteriores da República Democrática do Congo, Basile Ikouebe, responsável pela coordenação das negociações, convidou os representantes da coligação a respeitarem as regras da União africana em relação às mudanças de governo.