O secretário-geral da ONU ficou desapontado com o discurso do Presidente da Síria, no domingo. Bashar al-assad “não contribui para uma solução que possa acabar com o sofrimento Terrí­vel do povo sírio”, notou o porta-voz do líder das Nações Unidas
O secretário-geral da ONU ficou desapontado com o discurso do Presidente da Síria, no domingo. Bashar al-assad “não contribui para uma solução que possa acabar com o sofrimento Terrí­vel do povo sírio”, notou o porta-voz do líder das Nações UnidasBashar al-assad não contribui para uma solução que possa acabar com o sofrimento terrível do povo sírio, notou esta segunda-feira o porta-voz de Ban Ki-moon. O secretário-geral da ONU fez saber do seu desapontamento com o discurso do Presidente da Síria, no domingo. O que o povo sírio desesperadamente precisa neste momento é de soluções reais para a crise que está a deixar a sua nação à margem, acrescentou o porta-voz, Martin Nesirky.

No discurso rejeitou-se o elemento mais importante do comunicado de Genebra, de 30 de junho de 2012, ou seja, uma transição política e da criação de um organismo de transição de governo com poderes executivos completos, que inclua representantes de todos os sírios, continuou o porta-voz.

No seu discurso de 6 de janeiro – feito a partir da capital, Damasco, no que foi a sua primeira intervenção pública em cerca de seis meses – o Presidente assad terá apresentado um plano de paz.

Esse plano envolve um cessar-fogo do exército, que se seguiria a uma suspensão das operações dos rebeldes, bem como a realização de uma conferência de reconciliação nacional e de uma nova Constituição, entre outros pontos. Mas assad descreveu os grupos de oposição como marionetas dos países ocidentais.