Trabalhadores reclamam o pagamento de salários em atraso e exigem ao governo de transição que respeite as tabelas remuneratórias estabelecidas por lei. a paralisação tem um duração prevista de 28 dias
Trabalhadores reclamam o pagamento de salários em atraso e exigem ao governo de transição que respeite as tabelas remuneratórias estabelecidas por lei. a paralisação tem um duração prevista de 28 dias Depois de uma interrupção durante o período do Natal, os trabalhadores da área da saúde na Guiné-Bissau voltaram à greve, convocada pelos sindicatos do setor. Os técnicos exigem o pagamento dos salários em atraso e o respeito integral pelas tabelas salariais definidas pela lei. a jornada de luta tem a duração de 28 dias. a paralisação acontece numa altura em que o país atravessa uma situação difícil, pois ainda se encontra num processo de transição política após o golpe de estado efetuado em abril passado pelos militares. O clima de incerteza tem tido repercussões na débil economia local e afetado o pagamento dos ordenados aos funcionários públicos. Preocupados com a instabilidade, os representantes das comunidades católica, evangélica e muçulmana, juntaram-se em oração pela paz no país, na região de Empada. De acordo com a agência Misna, na ocasião foi lançada uma mensagem de apelo à serenidade, condição considerada essencial para que a Guiné-Bissau possa crescer e desenvolver-se.