O balanço foi apresentado esta quarta-feira pelas Nações Unidas, após um exaustivo cruzamento de dados que demorou cinco meses a fazer. Os resultados superaram as piores expectativas
O balanço foi apresentado esta quarta-feira pelas Nações Unidas, após um exaustivo cruzamento de dados que demorou cinco meses a fazer. Os resultados superaram as piores expectativas No dia em foi anunciado um novo bombardeamento em Damasco, que provocou a morte a 12 civis da mesma família, o alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos revelou os resultados de um estudo às consequências da guerra na Síria, que apontam para um número de vítimas no conflito superior a 60 mil pessoas. Os investigadores passaram cinco meses a cruzar dados de sete fontes distintas e chegaram à conclusão que já morreram mais de 60 mil pessoas, desde que se iniciou a revolta contra o regime de Bashar al-assad, em março de 2011. É um número verdadeiramente impressionante, muito superior ao que esperávamos, declarou a alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, esta quarta-feira, 2 de janeiro, registaram-se vários ataques aéreos na periferia da capital, que provocaram dezenas de vítimas. Num dos bombardeamentos, em Moadamiya al-Sham, morreram 12 civis, todos da mesma família. as autoridades fecharam também o aeroporto de aleppo, no norte do país, o que acontece pela primeira vez desde que se iniciou o conflito.