Conferência em Dakar marca o dia mundial da liberdade de imprensa. Os meios de comunicação têm uma importância vital na vida das sociedades democráticas. Prémio entregue a um jornalista chinês.
Conferência em Dakar marca o dia mundial da liberdade de imprensa. Os meios de comunicação têm uma importância vital na vida das sociedades democráticas. Prémio entregue a um jornalista chinês. Hoje, 3 de Maio, dia mundial da liberdade de imprensa, realiza-se uma conferência em Dakar. Esta conferência é observada pela Organização Educacional, Cientifica e Cultural das Nações Unidas (UNESCO).

Esta conferência trata de todo um conjunto de temas relacionados com os meios de comunicação: participação; anti-corrupção e lei; os meios de comunicação e a pobreza; os direitos humanos; a liberdade de informação e o acesso à informação; a ética jornalí­stica e a preparação para o jornalismo de investigação.

a UNESCO é a organização intergovernamental com um mandato constitucional para “promover a livre circulação de ideias através de palavras e imagens. ” “Os meios de comunicação independentes, livres e plurais têm um papel crucial na boa governação das sociedades democráticas. Desempenhar este papel assegurando a transparência e a responsabilidade, ao mesmo tempo que promovem o respeito pela lei e lutam contra a pobreza,” afirma a UNESCO no seu comunicado.

“actuam como guardas dos direitos humanos e denunciam abusos de autoridade. Facultam aos cidadãos a informação de que necessitam para exercer os seus direitos democráticos, especialmente durante os períodos de eleições. Os meios de comunicação são também fonte de informação crucial para a vida e o desenvolvimento de comunidades. Têm uma contribuição especial a fazer para alcançar os objectivos do milénio das Nações Unidas, incluindo a erradicação da pobreza, o acesso universal à educação básica, a igualdade de género e o combate ao HIV-SIDa,” disse Koí¯chiro Mtsuura, director-geral da UNESCO.

Neste dia a organização vai entregar o prémio mundial da liberdade de imprensa UNESCO/Guillermo Cano. O prémio será entregue ao jornalista chinês Cheng Yizhong. O júri internacional considerou que ” o modo corajoso como o jornalista conseguiu projectar a sua voz contribuiu para uma maior consciência na China. ”

O prémio é em memória de Guillermo Cano Isaza, um jornalista colombiano assassinado em Bogotá no dia 17 de Dezembro 1987, à porta dos escritórios do jornal El Espectador. Por denunciar o tráfico ilegal dos barões da droga no seu país.

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