Igreja disposta a trabalhar para que sejam superadas as discriminações e intolerâncias contra a comunidade cigana
Igreja disposta a trabalhar para que sejam superadas as discriminações e intolerâncias contra a comunidade cigana«Os irmãos de etnia cigana, na verdade também pertencem a esta grande família de Deus! Perante esta certeza, importa que sejamos capazes de descortinar valores muito concretos numa cultura diferente, que a sociedade deveria harmonizar, através dum trabalho que proporcione convivência sadia sempre alicerçada na justiça e na paz, afirmou, em Fátima, o arcebispo de Braga. Jorge Ortiga, presidente da Comissão Episcopal responsável pela área da Mobilidade Humana, falava durante o encontro do Comité Católico Internacional para os Ciganos (CCIC), que decorreu no fim de semana, na Cova da Iria. Na homilia, o prelado manifestou-se contra os comportamentos que «podem violar o princípio da dignidade humana e impedir o crescimento verdadeiro das pessoas de etnia cigana. « a Igreja deve trabalhar para que sejam superadas as discriminações e intolerâncias, adiantou o arcebispo, sublinhando a importância do «acolhimento, por mais difícil que seja, e de um trabalho apostólico que exige operadores pastorais minimamente habilitados, a que alguns apelidam de missionários itinerantes, pelo facto de irem ao encontro dos ciganos nos diversos lugares onde se encontram.

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