a notícia da morte do Papa João Paulo II acordou o coração do mundo. Homens e mulheres de todo o mundo e de todas as confissões religiosas juntam a sua voz expressando pesar e respeito.
a notícia da morte do Papa João Paulo II acordou o coração do mundo. Homens e mulheres de todo o mundo e de todas as confissões religiosas juntam a sua voz expressando pesar e respeito. João Paulo II foi o Papa do encontro. Não ficou no Vaticano, mas partiu ao encontro dos outros. Deu várias vezes a volta ao mundo, beijando a terra onde chegava e levando uma mensagem de paz. Uma dedicação infatigável à Igreja católica e ao mundo.

Kofi annan, secretário-geral das Nações Unidas, reconhece no Papa não só um líder religioso de milhões de pessoas, mas também um “trabalhador incansável pela paz, um pioneiro do diálogo verdadeiro entre as diferentes crenças e uma força de autoavaliação da própria Igreja”.

Vladimir Putin, presidente da Rússia, apresenta o papa como um homem excepcional, “sábio, responsável e com abertura ao diálogo”. O próprio governo israelita apresentou as suas condolências, apontando o Papa como um amigo do judaí­smo.

Os 26 anos de pontificado foram caracterizados por uma grande actividade em prol da democracia, da liberdade e da paz. O próprio presidente norte-americano, George Bush, declarou que, com a morte de João Paulo II, “o mundo perdeu um defensor da liberdade”.

Perdemos de facto uma pessoa extraordinária. Não foi apenas a morte de um líder religioso. Foi a morte de uma pessoa que conseguiu dar corpo à consciência do nosso tempo. Uma voz que sempre falou a linguagem universal da justiça e da paz.

a Igreja polaca, do seu país de origem, recorda João Paulo II como o defensor dos mais fracos. “Voz dos que estavam sem voz, defensor dos mais fracos, e promotor de iniciativas de paz e fraternidade entre todas as religiões e pessoas”, assim o recordam os bispos polacos.

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