Uma análise sobre a situação da educação dos detidos em 45 países prova que ainda há muito para fazer, nesse âmbito. as ofertas pedagógicas são muito limitadas
Uma análise sobre a situação da educação dos detidos em 45 países prova que ainda há muito para fazer, nesse âmbito. as ofertas pedagógicas são muito limitadas a educação é mais que uma ferramenta para a mudança, é uma exigência em si mesma, defende o encarregado sobre o direito à educação, das Nações Unidas (ONU), citado pela agência adital. Vernor Munoz apresentou um trabalho, no início de Junho,sobre o direito dos presos a terem acesso à educação, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU. O documento reúne informações de governos, organizações internacionais, da sociedade civil e dos próprios detidos.
O responsável diferencia o papel da educação enquanto direitoe enquanto método de correcção dos detidos. Munoz considera que a educação vai para além da necessidade de reintegração social. apela a que haja um maior investimento público na educação das pessoas detidas e que seja assegurado esse direito constitucionalmente.
alerta para a desvalorização das necessidades educativas dos presidiários. as actividades pedagógicas dedicadas às mulheres limitam-se à habitual culinária e trabalhos manuais. Em relação aos adolescentes, prevalece a resposta punitiva da parte dos governos. Também não se regista grande atenção para com as crianças que se encontram nas prisões.