a Cáritas alerta para a possibilidade de uma tragédia humanitário, se os milhares de deslocados da ilha não forem ajudados. Faltam-lhes bens primários
a Cáritas alerta para a possibilidade de uma tragédia humanitário, se os milhares de deslocados da ilha não forem ajudados. Faltam-lhes bens primáriosCom a morte do líder dos Tigres Tâmil’, guerrilha mais temida do mundo, surge uma esperança de paz para o Sri Lanka. No entanto, muitos civis precisam, desesperadamente, de ajuda. Os milhares de deslocados estão numa situação bastante crítica. Religiosos, voluntários e organizações não-governamentais alertam para a crise humanitária, no centro-norte da ilha.
Milhares de pessoas correm, efectivamente, o risco de morrer de fome, de sede e falta de tratamentos médicos afirma um voluntário da Cáritas, citado pela agência Fides. Segundo a mesma organização, o governo tem de fornecer, urgentemente, bens de primeira necessidade, como a água potável e alimentos, para um mínimo de 250 mil pessoas.
O distrito de Vavuniya precisa de assistência médica. Nos últimos dias, chegaram 50 mil pessoas a essa região. Para além dos traumatismos e da exaustão, centenas deles estão feridos. Os médicos pedem mais recursos para tratarem os pacientes. afirmam, que todos os dias, chegam em media 10 mil pessoas necessitadas de tudo.
Os Médicos Sem Fronteira, a actuar no local, reafirmam a grande necessidade de tratamentos médicos e ajudas unitárias, tendo em conta a insuficiência das unidades locais. Está a ser preparado um novo hospital. Porém, se a ajuda (novos campos de acolhimento; hospitais de campo) não chegar, rapidamente, as mortes entre os deslocados aumentarão.