as Nações Unidas reúnem-se, entre o 20 e 24 de abril, para avaliarem políticas anti-discriminação. O tráfico de escravos continua a ser apontado como um dos maiores momentos racistas
as Nações Unidas reúnem-se, entre o 20 e 24 de abril, para avaliarem políticas anti-discriminação. O tráfico de escravos continua a ser apontado como um dos maiores momentos racistas a Conferência de Durban, que ocorreu em 2001, na África do Sul, tinha estipulado estratégias para aluta contra a discriminação, racismo e xenofobia. as Nações Unidas vão agora avaliar os resultados, num encontro em Genebra, na Suiça. Essa reunião deve pressionar por acções mais práticas. Os estados tem que dizer o que fizeram e, se não fizeram, o que vão fazer, e como pretendem fazer, explicou o relator do encontro, Iradj Roberto Eghrari, citado pela empresa de comunicação, agência Brasil.
Serão abordadas outras questões, como a religião e liberdade de expressão. Durante a elaboração do texto base da conferência, a ponderada inclusão no documento do genocídio da segunda guerra mundial, o Holocausto, gerou alguma controvérsia. a referência desse momento iria minimizar outros episódios de discriminação, como o tráfico de escravos e do apartheid, política discriminatória da africa do Sul. Traria uma história que nos média é muito conhecida e o tráfico transatlântico de escravos ficaria em um segundo patamar, defendeu o brasileiro Eghari.
O documento deverá ser ratificado pelos ministros de estado, no final da reunião das Nações Unidas. Faz referência ao tráfico de escravos, às migrações, à educação e a questões de saúde, como a Sida, segundo a embaixadora e delegada do Brasil em Genebra, citada pela mesma fonte. Esperam-se quatro mil pessoas, entre os quais membros de governos e organizações da sociedade civil.