Houve progressos recentes, como o acordo de paz do mês passado, mas falta muito para garantir a estabilidade, nota o secretário-geral da ONU
Houve progressos recentes, como o acordo de paz do mês passado, mas falta muito para garantir a estabilidade, nota o secretário-geral da ONUUma situação fluida e volátil é a que se vive na República Democrática do Congo (RDC), na descrição do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apesar dos mais recentes progressos que incluíram acções contra grupos armados e a integração de rebeldes nas forças armadas nacionais.
Ban Ki-moon, no seu mais recente relatório, recorda que as províncias orientais da RDC, nomeadamente no Kivu do Norte, assistiram a meses de combates violentos que envolveram as forças governamentais (FaRDC) e várias milícias, obrigando à deslocação de cerca de 250 mil civis, a somar aos mais de 800 mil deslocados por anteriores confrontos.
No mês passado, o Governo e o Congresso Nacional para a Defesa do Povo (CNDP), um dos principais movimentos guerrilheiros, assinaram um acordo de paz. Mas a situação, resume Ki-moon, permanece frágil.