líder muçulmano afirmou que a morte do presidente guineense e do chefe das Forças armadas levam a uma “reflexão profunda” sobre o perdão, tolerância, unidade e fraternidade entre governantes e governados
líder muçulmano afirmou que a morte do presidente guineense e do chefe das Forças armadas levam a uma “reflexão profunda” sobre o perdão, tolerância, unidade e fraternidade entre governantes e governadosas mortes de Nino’ Vieira e Tagmé Na Waié só podem ser entendidas dentro da lógica e vontade de Deus, que predestina os seus actos, sobre a data da morte de quem quer que seja, afirmou o imã Mamadu Cissé. Segundo a agência Lusa, o dignitário muçulmano, que falava em nome do Conselho Nacional Islâmico, apresentou as condolências às famílias, para lhes dizer que a sua dor é também a nossa.
Mamadu Cissé apelou para que os guineenses saibam aprender a lição destes acontecimentos: Devemos rezar e pedir a Deus para que isso não se repita mais no nosso país. E acrescentou: É preciso que sejamos tolerantes, nós os guineenses, e seguir em frente. Temos que procurar saídas para os problemas do nosso país.
O líder religioso, que é chefe da mesquita do bairro d’ajuda, em Bissau, destacou: a Guiné-Bissau é de todos nós, sem distinção de credo religioso, etnia, tribo ou partido. Mamadu Cissé disse que tem apelado à comunidade muçulmana para orar a favor da paz no seu país. Rezar e pedira Deus é a única arma de que dispomos, mas a vontade de Deus e o destino por Ele traçado são infalíveis. E concluiu: Mesmo assim continuamos a rezar, pedindo a sua bênção e perdão para os nossos líderes. Na Guiné-Bissau, mais de 45 por cento da população é muçulmana.