O Papa recorda que os pais são educadores e não “donos” dos seus filhos. administrar o sacramento do baptismo às crianças não é uma “violência”
O Papa recorda que os pais são educadores e não “donos” dos seus filhos. administrar o sacramento do baptismo às crianças não é uma “violência” a capela Sistina tornou-se como que uma pequena paróquia, segundo uma tradição iniciada por João Paulo II. Bento XVI administrou o baptismo a 13 crianças na majestosa capela de Michelangelo. Sob a beleza das pinturas, pais e mães com os seus bebés, que choramingavam, viveram um momento que jamais esquecerão.
No dia da festa do Baptismo de Jesus, Bento XVI afirmou que o baptismo é a ponte que [Jesus] construiu entre Ele e nós, o caminho pelo qual se nos torna acessível; é o arco-íris divino sobre a nossa vida. O Papa pôs em relevo as responsabilidades parentais no baptismo. a criança não é propriedade dos pais, mas é confiada pelo Criador à sua responsabilidade, livremente e de modo sempre novo, para que a ajudem a ser um filho de Deus livre.
Baptizando as crianças, ainda antes do uso da razão, não se lhes faz violência, mas dá-se-lhes a riqueza da vida divina na qual se enraíza a verdadeira liberdade que é própria dos filhos de Deus. E acrescenta o Papa: Uma liberdade que deve ser educada com o crescer dos anos, para que se torne capaz de escolhas responsáveis e pessoais.
O baptismo conduz a uma família maior e mais estável, mais aberta e numerosa que a família do sangue, recorda Bento XVI. Uma família que tem Deus por Pai e na qual todos se reconhecem irmãos em Jesus Cristo.com o baptismo, os cristãos são banhados pelo sangue redentor de Cristo que nos purifica e nos salva, explicou Bento XVI. Os baptizados adquirem a dignidade e a alegria de chamarem-se e serem realmente filhos de Deus.