Para unificar verdadeiramente a Europa é também necessário “um renovamento ético e espiritual que atinja as raízes cristãs”
Para unificar verdadeiramente a Europa é também necessário “um renovamento ético e espiritual que atinja as raízes cristãs”Saída há pouco do século das duas guerras mundiais e do esboroar das grandes ideologias – sublinhou – a Europa encontra-se hoje à procura da sua própria identidade. Mas se, para criar uma nova unidade, duradoura, são de facto importantes instrumentos políticos, económicos, jurídicos, ocorre também suscitar um renovamento ético e espiritual que inclua as raízes cristãs, caso contrário não se pode reconstruir a Europa, afirmou o Papa.
Na habitual audiência das quartas-feiras, Bento XVI disse aos 22 mil peregrinos presentes na Praça de São Pedro que, sem esta linfa vital, o homem encontra-se (como disse João Paulo II) exposto à utopia de se querer redimir por si mesmo – a utopia que no século XX provocou uma regressão sem precedentes na história da humanidade.
Na catequese que dedicou a São Bento, o Santo padre exortou os fiéis a que procurando também hoje o verdadeiro progresso, escutemos a Regra de São Bento, que indica à humanidade o modo de viver o autêntico humanismo.

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