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União Europeia prolonga sanções à Venezuela
Texto F.P. | 12/11/2019 | 10:24
Bloco comunitário mantém a hesitação em elevar as sanções, aplicando-as diretamente a Nicolás Maduro, para não fechar os canais diplomáticos
A União Europeia (UE) decidiu prorrogar por mais um ano o embargo de armas e as sanções impostas a 25 altos funcionários venezuelanos, perante as «ações persistentes que minam a democracia, o Estado de direito e o respeito pelos direitos humanos» na Venezuela de Nicolás Maduro.

Em 2017, a Venezeula tornou-se no primeiro país latino-americano a ser alvo de sanções por parte da UE, através de um embargo de armas e sanções contra 25 funcionários do governo, os sete mais recentes em setembro último por «torturas e violações dos direitos humanos».

Segundo o Conselho da Europa, estas medidas são «reversíveis» e procuram «contribuir para promover a adoção consensual de soluções democráticas para garantir a estabilidade política do país e permitir que a Venezuela atenda às necessidades prementes da população».

Apesar dos pedidos dos opositores ao atual regime e dos Estados Unidos da América, o bloco comunitário, cuja política externa é decidida por unanimidade, tem hesitado em elevar a pressão ao máximo, com sanções a Nicolás Maduro, para não fechar os canais diplomáticos.
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