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Portugal
Remessas de emigrantes portugueses batem recorde no espaço lusófono
Texto F.P. | Foto DR | 18/09/2019 | 11:09
Trabalhadores portugueses no estrangeiro enviaram o ano passado 4,3 mil milhões de euros, o valor mais alto no universo de nove países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa
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O mais recente relatório do departamento de Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas revela que, no espaço lusófono, o Brasil é o país com mais refugiados, Portugal é o que recebe mais remessas de emigrantes e Moçambique foi o que teve o maior aumento de estrangeiros em dois anos.

De acordo com o documento, citado pela agência Lusa, em 2018, Portugal recebeu remessas dos seus emigrantes no valor de 4,3 mil milhões de euros, a verba mais alta no universo de nove países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e que representou mais 172,5 milhões de euros, desde 2016.

A agência da ONU contabilizou a presença de 888.200 estrangeiros em Portugal, o que significa 8,7 por cento da população e um aumento de oito mil pessoas desde 2017. O número de refugiados será de cerca de 1.700. A idade média dos migrantes em território nacional ronda os 43 anos.

Em relação ao Brasil, o relatório revela que acolhe mais 71 mil migrantes do que há dois anos, tendo o ano passado 807 mil pessoas nascidas fora do país. Neste número não foram incluídos os 96 mil refugiados e requerentes de asilo. Em termos de remessas, os seus emigrantes enviaram 2,6 mil milhões de euros.

Com 23,7 mil refugiados, Moçambique contava em 2018 com 334,7 mil migrantes, mais 87,7 mil do que há dois anos, o maior aumento do espaço lusófono. As remessas dos emigrantes moçambicanos também aumentaram para mais do dobro, com um total de 320 milhões de euros.
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