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Solidariedade
Portugal doa perto de 350 mil euros às vítimas do ciclone Idai
Texto J.B. | Foto Lusa | 23/04/2019 | 09:14
A oferta foi entregue à Cáritas Portuguesa e será utilizada para «assegurar o acesso à alimentação, saúde, higiene e abrigo» das vítimas daquela catástrofe natural
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A campanha «Cáritas ajuda Moçambique» permitiu «angariar um total de 347.618,30 euros», indicam os serviços de comunicação da Cáritas Portuguesa, no início desta semana. A campanha de angariação de fundos foi instituída para dar resposta ao apelo lançado pela Cáritas Moçambicana a todas as suas congéneres. A quantia reunida em Portugal faz assim parte do «Plano de Resposta de Emergência da Caritas Internationalis, que coordena toda ação da rede internacional Cáritas em Moçambique».

 

«Este plano prevê um apoio direto a 27.500 pessoas, com um orçamento global de 1,9 mil euros, a ser aplicado até junho de 2019», em três dioceses moçambicanas, tendo como «prioridade assegurar o acesso à alimentação, saúde, higiene e abrigo» às vítimas do ciclone. Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, explica que para o organismo que lidera «nada mais fazia sentido do que estar na linha da frente desta ajuda humanitária».

 

«Estamos confiantes no trabalho que encetamos com o apoio da rede internacional e que nos permite ir mais longe na ajuda às pessoas que perderam tudo. Foram muitos os que confiaram em nós, de forma individual, através de empresas ou com as suas comunidades paroquiais. A todos queremos deixar o nosso agradecimento, mas também a garantia de que estaremos com a população afetada não apenas neste momento de maior sofrimento, mas, sobretudo, daqui para a frente a restaurar a esperança e disponíveis, no âmbito daquilo que estiver ao nosso alcance naquilo que a Cáritas Moçambicana precisar de nós», refere o responsável, em comunicado.

 

Por sua vez, Santos Gotine, secretário-geral da Cáritas Moçambicana, destaca a importância do apoio recebido. «Para nós, Cáritas Moçambicana, foi fundamental a resposta que a rede internacional nos deu e a forma imediata como todos vieram em nosso auxílio. Sem este apoio não poderíamos estar a responder com eficácia às necessidades do nosso povo. Deixamos um agradecimento particular à Cáritas irmã, em Portugal, que foi a primeira a manifestar o seu apoio e com quem estamos em relação de grande proximidade!»

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