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Ainda há casas submersas em Moçambique
Texto F.P. | Foto Lusa | 09/04/2019 | 12:16
Especialistas humanitários consideram «particularmente preocupante» a situação na província de Sofala, uma das mais afetadas pelo ciclone Idai. Nesta região ainda há casas e campos de cultivo submersos
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Uma análise preliminar efetuada por especialistas humanitários concluiu que a situação ainda é «particularmente preocupante» na província de Sofala, uma das mais afetadas pela intempérie que provocou pelo menos 602 mortos em Moçambique e deixou mais de 160 mil deslocados.

Segundo a agência das Nações Unidas para os Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês), os peritos verificaram que a maioria das casas da região ficou inundada por sete dias e que grande parte das terras cultivadas continuam submersas. As infraestruturas de saúde também sofreram danos significativos, o que limita o acesso aos serviços básicos e aumenta os riscos da propagação de doenças.

O ciclone de 14 de março arrasou praticamente todo o norte de Búzi, e dois dias depois, as inundações pioraram com chuvas prolongadas e o aumento dos caudais de rios que passam pelo Zimbabwe. Muitas comunidades ficaram isoladas pela subida dos níveis das águas, e mesmo com a recuperação da estrada que dá acesso ao distrito, apenas podem circular veículos todo o terreno.
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