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Igreja mobiliza-se para ajudar vítimas em Moçambique
Texto F.P. | Foto DR | 02/04/2019 | 17:36
Populações de Moçambique, Zimbabwe e Malawi atingidas pelo ciclone Idai continuam a viver em condições de emergência. As várias instituições de solidariedade social ligadas à Igreja desencadearam campanhas para apoiar as vítimas
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O ciclone Idai deixou um rasto de destruição cujos efeitos ainda estão por calcular, mas que já são visíveis na quantidade de vítimas mortais e de pessoas que ficaram desalojadas e a necessitar de ajuda, sobretudo na cidade da Beira, em Moçambique. «Há o receio de epidemias de cólera e de febre tifoide, e também se registou um forte aumento do paludismo, porque milhares de pessoas dormem sem a proteção contra os mosquitos», testemunha o padre Claudio Zuccala, missionário há vários anos naquele país africano.

Já no Zimbabwe, o vale Rusitu de Chimanimani, onde se encontram os rios Rusitu e Hano, a população diz ter visto corpos a flutuar nas águas. «Centenas de corpos estão abandonados nas ruas e milhares são abandonados nos bosques», revelou à agência Fides o padre jesuíta Anold Moyo.

A Igreja Católica e as agências humanitárias internacionais têm lançado campanhas a nível mundial para facilitar a entrega de bens de primeira necessidade, mas as carências no terreno são ainda muito grandes. «Ainda há muito por fazer, a começar pelas dezenas de postes de eletricidade e torres de alta e média tensão que foram arrancadas pela força do vento», adianta o padre Zuccala.
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