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Militares norte-americanos começam a abandonar a Síria
Texto F.P. | Foto Lusa | 11/01/2019 | 17:28
A operação de retirada da coligação internacional militar liderada pelos Estados Unidos da América já iniciou, mas não foram dados pormenores sobre as manobras, por questões de segurança
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Menos de um mês depois do Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, ter anunciado a retirada dos militares norte-americanos da Síria, o porta-voz da coligação internacional formada para combater o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) confirmou esta sexta-feira, 11 de janeiro, que já começou a movimentação das tropas para o regresso a casa.

«É a primeira retirada das forças norte-americanas desde que o Presidente [Trump] fez o seu anúncio», afirmou o diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), Rami Rahman, adiantando às agências internacionais que os militares iniciaram a retirada da base de Rmeilan, na província de Hasaka, na quinta-feira à noite.

A coligação internacional foi criada em 2014, depois da ascensão fulgurante do EI, ao conquistar várias regiões da Síria e do vizinho Iraque, numa tentativa de criar um califado entre as duas nações. O mês passado, Trump, anunciou a derrota do movimento extremista, justificando assim a saída das tropas do país.

O Reino Unido e a França são dois dos países que integram a coligação, mas até ao momento não se sabe se também vão abandonar o território sírio. Para alguns observadores, a saída dos norte-americanos da Síria revela as contradições da estratégia adotada pelo Presidente dos EUA.
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