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Milhares de recém-nascidos podem ser salvos
Texto F.P. | Foto UNICEF / Roger LeMoyne | 24/10/2018 | 07:02
Uma vacina, uma rede mosquiteira, uma manta térmica ou um antibiótico podem salvar a vida a milhares de recém-nascidos. UNICEF lança campanha pela sobrevivência de bebés com menos de um mês
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Cerca de 7.000 recém-nascidos morrem todos os dias em várias partes do mundo, muitos deles sem sequer ter chegado a ter um nome por os pais pensarem que será mais fácil esquecer dessa forma o falecimento, se não sobreviverem durante o primeiro mês, referem os responsáveis do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

«O primeiro mês de vida é o mais crucial para a sobrevivência infantil, mas a cada ano 2,5 milhões de bebés morrem antes de cumpri-lo», explica a agência em comunicado, sublinhando que 80 por cento dos recém-nascidos em risco podem salvar-se com «soluções simples e de baixo custo», como «uma vacina, uma rede mosquiteira, uma manta térmica ou um antibiótico».

Durante este ano, os representantes da ONU têm tentado sensibilizar os líderes mundiais para que as mães e os recém-nascidos recebem a atenção médica necessária e de qualidade, estejam onde estiverem. Agora, desafiam toda a sociedade a unir-se à causa e a ajudar que todos os bebés, nasçam onde nascerem, «tenham um nome e uma vida pela frente».

Dados revelados pela agência recordam que a África subsariana e o sul da Ásia têm as taxas de mortalidade neonatal mais altas do mundo, com 27 e 26 mortes por cada 1.000 nascimentos, respetivamente. E os bebés que nascem nestas regiões têm nove vezes mais probabilidades de morrer que os que nascem em países de maiores rendimentos.
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