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Moçambique expulsa professores suspeitos de assédio
Texto F.P. | Foto Lusa | 23/10/2018 | 10:22
O assédio sexual, a falsificação de documentos e o desvio de fundos estiveram na base da expulsão de mais de 160 professores moçambicanos no último ano, segundo dados do Ministério da Educação
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A ministra moçambicana da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sartone, anunciou esta semana à imprensa local, que nos últimos 12 meses foram afastados da atividade 164 professores, na sua maioria acusados de crimes de assédio sexual.

«O nosso governo é por uma educação que promove a transmissão de valores. O professor deve promover estes valores e distanciar-se de atos que atentam contra a imagem do setor», afirmou a ministra, relevando que, além do assédio, houve expulsões originadas por casos de falsificação de certificados e desvio de fundos.

Segundo a governante, o executivo e as autoridades vão manter a atenção no comportamento dos docentes, para punir quem não cumprir com as normas vigentes. «Continuamos atentos para identificar profissionais que apresentam condutas duvidosas», assegurou Conceita Sartone.
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