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Fátima
Jornadas Missionárias
«Acender os corações com a chama missionária»
Texto F.P. | Foto F.P. | 15/09/2018 | 15:24
Bispo do Porto considera que o dinamismo missionário da Igreja necessita de voltar a crescer e a aumentar. E lança um apelo aos cristãos, para que se façam missionários, cá dentro ou lá fora, aproveitando o Ano Missionário extraordinário
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Dentro ou fora de fronteiras, o importante é fazer missão e fazer com que todos os cristãos sintam e contribuam para um maior dinamismo missionário da Igreja. «Temos que continuar a acender os corações com a chama missionária», afirmou este sábado, em Fátima, o bispo do Porto e presidente da Comissão Episcopal Missão e Nova Evangelização. 

Convidado a presidir à sessão de abertura das Jornadas Missionárias, que reúnem centenas de jovens de todo o país no Seminário Verbo Divino, Manuel Linda deixou um convite aos participantes e um desafio a todos os cristãos: «todos os cristãos têm que sentir o dinamismo missionário», e não é fundamental ir para o exterior, porque também há muito por fazer em território nacional. 

«A missão precisa de todos» e, nesse sentido, o bispo do Porto entende que o Ano Missionário extraordinário lançado pela Conferência Episcopal Portuguesa, e que se inicia em outubro como uma caminhada para o Mês Missionário extraordinário convocado pelo Papa Francisco para outubro de 2019, é uma oportunidade para a Igreja e para todos os cristãos de formarem uma nova consciência da importância da missão. 

«Antes, entendíamos a missão como ir para fora e impor os nossos critérios. Hoje é diferente. Podemos aproveitar muito deles, quer através do diálogo inter-religioso, quer através do diálogo intercultural. E a Igreja que dá [um missionário] é mais enriquecida do que a que recebe», esclareceu Manuel Linda. 

Na primeira sessão das jornadas, Juan Ambrósio, mestre em Teologia Sistemática, disse aos jovens que «todos somos missão, mas a missão não se esgota em cada um de nós». Ou seja, nunca se pode dissociar da experiência cristã, que é «viver e fazer como Cristo», numa perspetiva do «encontro com Deus e com o ser humano».
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